segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CIDINHA320: VOCE VENCEU

CIDINHA320: VOCE VENCEU: Sexta feira 30 de setembro de 2011 Acabei de retornar de um curso sobre protese total em microondas,amanha daremos continuidade. Não esto...

Eu VIVO, porque a vida não dá direito a REPLAY!!!: Elevo meus olhos

Eu VIVO, porque a vida não dá direito a REPLAY!!!: Elevo meus olhos: Elevo os meus olhos para o alto, pois de lá vem o meu socorro... da morada do Altissimo. Do meu paizinho! Que me coloca alegria no coração e...

PERCEPCAO



Com tua indiferença percebi o quanto vale um carinho;Com teu desprezo percebi o quanto vale um amor;Com tua arrogância percebi o quanto vale a humildade;Com tua instatisfação percebi o quanto vale o trabalho;Com teu mal humor percebi o quanto vale um sorriso;Com teu orgulho percebi o quanto vale um amigo;Com tua presença percebi o quanto vale a paz de estar sozinho;Com teus deboches percebi o quanto vale a cordialidade;Com tua ganância percebi o quanto vale um flor;Com tua cegueira percebi o quanto vale a luz;Com tua inoperância percebi o quanto vale a dedicação;Com tuas mentiras percebi o quanto vale a verdade e a lealdade;Com toda a dor que passei, percebi o quanto as pessoas precisam de pessoas melhores;
Jean Carlos Sestrem

23 DE FEVEREIRO DE 2012



hoje, 27 de fevereiro de 2012.






24=25=26=27






04 dias...

AMIGAS, 'E RECOMEND'AVEL




> O palestrante (Chefe da psiquiatria da Stanford) afirmou, entre outras > coisas, que uma das melhores coisas que o homem pode fazer por sua saúde é> estar casado com uma mulher. Já para a mulher, uma das melhores coisas que > ela pode fazer pela sua saúde é nutrir a sua relação com suas amigas. Na > hora, todos os presentes deram risada, mas ele falava sério.> As mulheres se conectam de forma diferenciada e oferecem sistemas de apoio > que ajudam a lidar com o estresse e experiências de vida adversas. Este> tempo com as amigas nos ajuda a criar mais serotonina, um neurotransmissor > que ajuda a combater a depressão e que pode vir a criar um sentimento de bem > estar geral.> > As mulheres compartilham seus sentimentos e os homens muitas vezes formam > suas relações a partir de suas atividades. Eles raramente sentam com um > camarada e discutem como se sentem sobre determinadas coisas ou sobre o > andamento de sua vida pessoal.> Trabalho? Sim> Esporte? Sim.> Carros? Sim.> Pescar, Caçar, Golfe? Sim.> Seus sentimentos? Raramente.> > As mulheres fazem isso o tempo todo.> Nós compartilhamos a nossa alma com nossas amigas, irmãs/mães e > evidentemente isso faz bem à nossa saúde.> O Professor palestrante disse que passar o tempo com um amigo é tão > importante para a nossa saúde quanto o exercício físico.> Existe uma tendência de se pensar que quando estamos nos exercitando estamos > fazendo algo de bom para o nosso corpo, mas quando estamos com nossos amigos > estamos ‘jogando conversa fora’ e desperdiçando noss o tempo, o que não é > verdade.> Então, toda vez que vocês estiverem se divertindo na companhia de uma > amigona se parabenize porque você está fazendo bem a sua saúde!> > Nós somos muito, muito sortudas. Então vamos brindar nossa amizade com > nossas amigas. Faz bem à saúde!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

DESEJO




Desejo: o fator motivante na consciência
22/08/2011
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Psicologicamente, o desejo pode ser definido como uma vontade, um impulso do indivíduo em direção à algo ou alguém, enfim: um querer. Esse desejo é aquilo que nos movimenta, nos motiva e nos encaminha. Pode ser percebido pelo ego desde um simples interesse controlável, até uma compulsão escravizante.
Essa energia do desejo é como se fosse um fogo. Esse fogo é capaz de queimar e corroer a alma humana, e é capaz de ser o gerador de grandes obras. É a própria libido. Mas qual é a diferença entre um desejo que motiva alguém a roubar, trair, matar, estuprar, violentar, ou a beber, comer, comprar, fumar, jogar e transar compulsivamente e um desejo ético, criador, amoroso, de fé, de cooperação, e assim por diante?
Fica claro que existem desejos e desejos. Alguns mais brutos, outros mais lapidados. Alguns escravizantes, outros libertadores, e a principal diferença entre eles é sua fonte de origem.
Os desejos provindos exclusivamente do ego acabam por ser desejos “egoístas”, ou seja, desejos em busca de auto satisfação. É um desejo que procura exclusivamente o prazer e a satisfação de uma necessidade. E a medida que eu o alimento, ao invés de satisfazê-lo permanentemente, aumento minha necessidade. Vamos pensar nas práticas consumistas como exemplo: se desejo uma bolsa vermelha, vou lá e compro. Esse desejo de consumo fica satisfeito por um tempo. Logo ele volta, e se dirige à um outro objeto qualquer. Pode ser que se vincule à uma bolsa marrom. E vou lá, e compro. E isso torna-se um ciclo. O desejo nunca é totalmente satisfeito. O ato de comprar o alivia por um breve instante.
Não sou contra a satisfação de desejos egóicos. Não vejo mal algum em consumir. Mas desde que isso não seja feito desvairadamente. Enquanto comprarmos uma bolsa porque temos interesse nela, tudo bem. O problema é quando somos obrigados a comprar e a comprar incessantemente porque um desejo imperativo nos obriga a tal. Isso é escravidão. E aí temos que ter um ego suficientemente forte, que saiba dizer não, para que esses desejos possam se transformar em energia criativa, lapidada e desenvolvida.
Para testar a natureza de um desejo, basta frustrá-lo. Fazendo isso, se ele se tornar tirânico, pode saber que se trata de algo precariamente desenvolvido. Se tornam verdadeiros “demônios” dentro de nós. E nós ficamos possuídos por eles. Satisfazer esse tipo de desejo nada mais é do que acalmar (temporariamente) esses imperativos tirânicos.
Mas alimentá-los apenas mantém uma dinâmica repetitiva de DESEJO – SATISFAÇÃO – FALTA. Para transformar essa energia, volto a dizer, é necessário ter auto-controle. É poder ser forte o suficiente para aguentar o fogo corrosivo até que ele se transforme.
O problema no mundo hoje é que as pessoas se sentem muito cheias de direitos à satisfazer suas vontades, e a se encherem de prazeres e recompensas. Aliás, a coisa está pior que isso. Elas se sentem no direito de exigir que o mundo satisfaça suas vontades. E o senso de responsabilidade (dever) para com o mundo fica muito empobrecido. Confundem felicidade com satisfação de desejos imperativos. E aí vira uma confusão.
A felicidade só pode vir através do desejo regenerado, criativo e responsável. Um desejo amoroso que cria (ao invés de repetir). Um desejo que me leva a deixar no mundo aquele pedaço do meu ser que só eu tenho. Como se estivesse cumprindo com o meu papel nessa vida que me foi dada. Esse desejo é aquele provindo do self (o centro organizador da psique), e desenvolvido (transformado) com a ajuda da consciência.
Esse desejo regenerado nos conduz às coisas que realmente importam nessa vida. Nos desapegamos de futilidades, que nada mais fazem do que nos desviarmos do caminho do desenvolvimento humano.
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100 YEARS / STYLE / EAST LONDON

desespero do coracao




DESESPERO DO CORAÇÃO






Teka Nascimento






Te procuro dentro do meu passadoolho todas as flores, fecho os olhose sinto o seu cheiro, o seu perfumesinto você perto de mim.Te procuro no amor liberto que tivemos,me fixo no espaço e vejo seus olhosme olhando, me procurando,e sinto um calor de ternura.Sigo meu caminhote buscando, te querendo,sentindo você pleno,meu por inteiro.Sonho acordada, saudadeque machuca...fere.....queima.Fiz de você meu sol, minha vida,você foi meu leste.Longe ....sinto-me prostradasem energiavivo por vivere sem poder me esconder.Onde estas amor????Preciso e quero vocêNão posso mais calara saudade é mais forteo amor mais intensoa dor é contundenteErramos.....mas nos amamospreciso de forças para lutar de novopreciso de você, para viver de novo.Volta amor!

O TROCO

ARREPENDIMENTOS ANTES DE MORRER



Arrependimentos antes de morrer

Bronnie Ware, enfermeira australiana, lançou um livro com a lista dos maiores arrependimentos de pessoas que estão prestes a morrer. Ela, que é especialista em cuidados paliativos e doentes terminais, afirma que reuniu em seu livro “confissões honestas e francas de pessoas em seus leitos de morte“, confissões que, segundo ela, ajudaram a mudar sua vida.
“Encontrei uma lista grande de arrependimentos, mas no livro me concentrei nos cinco mais comuns”, disse a autora à BBC. “E o principal arrependimento de muitas pessoas é o de não ter tido coragem de fazer o que realmente queria e não o que outros esperavam que fizesse”, acrescenta.
“Outro arrependimento comum é de não ter trabalhado um pouco menos, pois isso, segundo estas pessoas, fez com que perdessem o equilíbrio e, como resultado, perderam muitas coisas em suas vidas”, disse Ware.
O livro de Ware, chamado The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing (“Os Cinco Maiores Arrependimentos dos Moribundos”, em tradução livre) conta as memórias da autora e suas experiências durante anos de trabalho em cuidados de doentes terminais.
Os pacientes de Ware geralmente eram pessoas que já não tinham chances de recuperação e podiam morrer a qualquer momento. A enfermeira afirma que isto permitiu que ela compartilhasse com estes pacientes “momentos incrivelmente especiais. Porque passei com eles as últimas três a doze semanas de suas vidas”.
Texto viral
Ware conta que a ideia para o livro surgiu depois que um artigo publicado no blog da enfermeira, chamado “Arrependimentos dos Moribundos”, se transformou em um texto viral, se espalhando pela web. Ela então decidiu escrever algo mais completo a respeito destas confissões e a forma como a vida dela foi transformada.
“As pessoas amadurecem muito quando precisam enfrentar a própria mortalidade”, afirmou. “Cada pessoa experimenta uma série de emoções, como é esperado, que inclui negação, medo, arrependimento, mais negação e, em algum momento, aceitação.
” A enfermeira garante que cada um dos pacientes que tratou “encontrou sua paz antes de partir”. Ware disse à BBC que, durante os anos que trabalhou com estes pacientes percebeu também que muitos se arrependiam de não terem tido “coragem para expressar seus sentimentos”.
“E isso se aplica tanto aos sentimentos positivos como aos negativos.” “Muitos diziam: ”queria ter tido coragem de falar que não gostava de uma coisa”, ou então que queriam ter tido coragem de falar às pessoas o que realmente sentiam por elas”, afirmou.
Amigos
Bronnie Ware também destaca outro arrependimento que notou entre seus pacientes: o de ter perdido o contato com os amigos. A enfermeira afirma que os amigos são importantes no final da vida, pois os familiares que estão junto a um doente terminal também estão passando por muita dor. Uma pessoa no leito de morte, segundo Ware, sente falta dos amigos, mas, muitas vezes, quando ela perdeu o contato, já é tarde demais para um reencontro. A enfermeira também chama a atenção para o fato de que as pessoas se arrependem do que não fizeram. Na maioria dos casos observados por ela, as pessoas não pareciam se arrepender de algo que tinham feito.
A autora afirma que espera que seu livro “ajude as pessoas a agir hoje e não deixar as coisas para amanhã, para se arrepender depois”. “Minha mensagem principal é que todos vamos morrer e que se, neste momento, nos arrependermos de algo, vamos então solucionar o problema agora”, acrescentou.
Fonte: BBC Brasil